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Uberlândia vive Semana de Oração pela Unidade Cristã

Promovida mundialmente pelo Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos e pelo Conselho Mundial de Igrejas, a Semana de Oração pela Unidade Cristã (SOUC) acontece em períodos diferentes nos dois hemisférios.

No hemisfério Norte, o período tradicional para a Semana de Oração pela Unidade Cristã (SOUC) é de 18 a 25 de janeiro. No hemisfério Sul, por sua vez, as Igrejas geralmente celebram a Semana de Oração no período de Pentecostes (como foi sugerido pelo movimento Fé e Ordem, em 1926), que também é um momento simbólico para a unidade da Igreja.

No Brasil, o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC) lidera e coordena as iniciativas para a celebração da Semana em diversos estados. Este ano, a Semana reflete o tema: “A mão de Deus nos une e liberta” (Ex 15, 1-21).  Confira os locais escolhidos e a programação que foi preparada para a cidade de Uberlândia: 

13/05 – Abertura 
19h – Igreja Nossa Senhora do Rosário e São Benedito 
Praça Rui Barbosa, 79, Centro. 

14/05  
08h – Superintendência Regional de Ensino (SRE) 
Rua Coronel Severiano, 351 A, Bairro Tabajaras 

15/05 
19h – Igreja Matriz Bom Jesus 
Av. Marciana de Ávila, 422, Bairro Bom Jesus 

16/05 
19h – Igreja Nossa Senhora de Fátima 
Av. Engenheiro Diniz, 1220, Bairro Martins 

17/05 
18h – Pontifícia Universidade Católica (PUC) – Campus Uberlândia 
Rua Varginha, 149, Bairro Daniel Fonseca 

18/05  
19h – Mosteiro Monte Alverne – Movimento Focolares 
Rua do Bancário, 555, Bairro Planalto 

19/05 
19h – Igreja Católica Apostólica Ortodoxa Grega da Diáspora 
Rua Chile, 203, Bairro Tibery 

20/05 – Encerramento 
19h – Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil 
Rua Santa Catarina, 2240, Bairro Marta Helena 

O cartaz

O cartaz (vide figura abaixo) traz pessoas em barcos que simbolizam, sobretudo nesses tempos de crise migratória, pessoas refugiadas que vivem cada vez mais à deriva dos poderes constituídos. Em muitos casos, sem políticas sociais que possam devolver a elas a dignidade roubada, essas pessoas são submetidas a situações de trabalho análogas à escravidão ou, então, comercializadas como escravas.
 
A arte alude, por um lado, que muitas dessas pessoas refugiadas contam com a “mão” de Deus que, de uma forma ou de outra, os ampara. É também a mão de Deus, presente em águas revoltas, que nos movimenta a agirmos em favor de uma humanidade que não se conforma com a violação dos direitos humanos e da dignidade de irmãos e irmãs de diferentes culturas e etnias. 
 
O barco, símbolo do movimento ecumênico, também remete à comunidade cristã, que tem como desafio navegar, ecumenicamente, rumo à unidade. Entretanto, essa unidade almejada apenas será concreta se todas as pessoas tiverem acesso à justiça, o direito de viver em seus territórios de origem e o direito de viver sua cultura e espiritualidade.


Via CONIC 

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