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Jovens: o grande fruto da JMJ-2013

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Vivemos há algumas semanas [23 – 28/08] a Jornada Mundial da Juventude (JMJ). Jovens oriundos de diversos países do mundo estiveram no Rio de Janeiro, para celebrar o dom da vida e confirmar sua fé no Cristo Jesus.

Várias catequeses foram oferecidas aos jovens em diversas línguas, com o intuito de levá-los ao encontro com Jesus Cristo. Outro momento marcante foi a vinda do Papa Francisco. Sua mensagem de esperança, sua simpatia, seu carinho e atenção com as crianças, jovens, adultos e idosos conquistaram não só o coração do brasileiro, mas de todos os povos e nações que aqui estiveram. Além disso, tivemos a presença de artistas católicos que animaram a JMJ com shows motivando os jovens a apresentarem Jesus no mundo de hoje com a alegria e entusiasmo.

 Momentos esses que marcaram a JMJ ficarão gravados no coração e na mente daqueles e daquelas que estiveram no Rio de Janeiro, e, que, vivenciaram este encontro de fé e fraternidade. A “cidade maravilhosa” foi ponto de encontro de várias línguas, culturas e nacionalidades. Na diversidade de línguas que eram pronunciadas, até mesmo sem compreendê-las, era possível uma comunicação, pois os gestos e as atitudes manifestavam a unidade na fé em Jesus.

O evento realizado pela nossa Igreja Católica deve levar o jovem a cumprir o mandato de Jesus: “Ide e fazei discípulos entre todas as nações” (Mt 28, 19). Porém, num evento de massa, corre-se o risco de não produzir nas pessoas o real objetivo. A JMJ tem uma finalidade clara ‘fazer com que os jovens sejam discípulos de Jesus’. Isso é muito bom. Só que a JMJ não deve terminar com a celebração de envio, pelo contrário, deve ser o ponto inicial, rumo à evangelização em nossas paróquias e comunidades. Se a Jornada é vista pelos jovens só como um extravasar da fé, após algumas semanas, os participantes cairão novamente na rotina, esquecendo talvez o momento vivido, poderão desaminar, consequentemente, não produzirão os frutos esperado.

Ao retornar para casa e para nossas comunidades de origem, provavelmente, uma sementinha foi lançada no coração de cada pessoa que acompanharam as belíssimas celebrações. Cuidemos dessa sementinha regando com oração, com a realidade e a história de cada homem e mulher. Que essa sementinha, chamada vocação, possa crescer, desenvolver e produzir frutos para a Igreja e para a sociedade!

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Por, Pe. Guilherme Stort

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