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Meditação – Domingo de Ramos – Monsenhor Paulo Daher

Domingo de Ramos
24/03/2024

A Semana Santa não deve ser só uma lembrança ou comemoração dos últimos dias (tão sofridos!) da vida de Jesus.
Como idéia para começar: o que deve ser para mim realizar de novo o Domingo de Ramos? Pensando:
Jesus vem ao meu encontro, como devo manifestar os mesmos sentimentos da população de Jerusalém na passagem de Jesus.
O que devo fazer para mostrar de fato que Ele é meu Senhor, o único de minha vida. O que devo colocar na estrada de minha vida para ele passar por cima, pisando, transformando tudo em luz, em flores, em sentimentos de alegria por sua presença?
Paixão de Cristo
Jesus foi levado ao governador Pôncio Pilatos. Este perguntou se
Jesus era o rei dos judeus. E Jesus: “tu o dizes.” Os sumos sacerdotes e anciãos o acusavam. Como na Páscoa podia soltar um prisioneiro, Pilatos perguntou quem queriam: se Barrabás ou Jesus. O povo incitado pelos chefes religiosos pediram para soltar Barrabás e que Jesus fosse crucificado. Pilatos mandou flagelar Jesus, colocaram em sua cabeça uma coroa de espinhos, o insultavam batiam em sua cabeça, cuspiam nele. Depois o levaram para ser crucificado. Um senhor, Simão, foi forçado a ajuda-lo a carregar a cruz. Foi crucificado no Gólgota. repartiram suas vestes, zombavam dele. Os ladrões também a seu lado também zombavam dele. Todos os insultavam. Do meio dia até as três da tarde houve escuridão. Pelas três da tarde Jesus deu um grito e entregou seu espírito. A cortina do santuário rasgou-se de alto a baixo. A terra tremeu, muitos mortos ressuscitaram. O oficial e soldados ao sentirem o terremoto ficaram com medo e disseram: “Ele era mesmo o Filho de Deus.”
Todos conhecemos o que aconteceu com Jesus desde que foi preso no Jardim da Oliveiras. Os quatro evangelistas relatam os detalhes. Muitas vezes durante os três últimos anos de vida, os chefes religiosos judeus que não aceitavam Jesus, procuraram por todos os meios agredir Jesus com palavras e maquinavam ciladas para pega-lo em contradição.
A partir deste momento, no Jardim da Oliveiras, Jesus deixou-se prender e não fez nada para se livrar do ódio de seus inimigos. Chegou, como dizia, a sua hora. Cumpria a vontade do Pai de sofrer como Cordeiro sem mancha pelos nossos pecados.
Não entendemos nem jamais entenderemos essa forma tão trágica que Jesus escolheu para nos resgatar de nossos pecados diante do Pai.
Podemos acompanhar passo a passo tudo o que aconteceu nesta 5ª e 6ªfeira que nós católicos chamamos de dias santos, os mais sagrados da vida de Jesus.
Cada um deve com tudo o que vai vendo, entender que o amor ferido de Deus por nossa ingratidão, é tão grande, que não haveria nada que pudesse curar, digamos, o coração de Deus, ferido por nossa ingratidão. E sua misericórdia, que manifesta seu amor incompreensível, vem ao nosso encontro. Perdoa, sim, nossos pecados, mas pagamos o preço deles com todo o sofrimento de Jesus, o Filho de Deus que se fez homem para nossa salvação.
Jesus neste domingo de Ramos, aceita sim, nossas homenagens e nossos louvores: abençoado o que vem em nome do Senhor.
Hosana, Jesus é nosso Rei e Senhor. Ele é maravilhoso. Merece todo o nosso amor, Ele é Senhor de nossa vida. Só Ele nos ama com amor eterno, sem fim, inesgotável. Sempre pronto.

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