Diocese de Uberlândia Em Destaque

No dia do Nascituro, Diocese encerra Semana da Vida

Ocorreu na noite de ontem, 08, no Santuário Diocesano Nossa Senhora Aparecida, localizado na Praça Nossa Senhora Aparecida, nº 100, em Uberlândia, a Celebração de encerramento da Semana da Vida, presidida por Dom Paulo Francisco Machado.

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Na oportunidade a Comissão Diocesana em Defesa e Promoção da Vida, organizadora do evento, com o apoio da Pastoral Familiar Diocesana, celebrou também o Dia do Nascituro.

Concelebraram Pe. Itamar de Almeida (reitor do Santuário), Pe. Eduardo César (vigário do Santuário) e Pe. Joéds Castro (pároco da Paroquia Nossa Senhora do Rosário em Araguari e assessor teológico da Comissão Diocesana em Defesa e Promoção da Vida).

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Dom Paulo Francisco, em sua homilia, destacou: “A vida não é apenas inteligência, corpo, alma, vontade e sentimentos, ela é marcada pelo divino! Existência diferenciada, o que não é um privilégio, mas uma tarefa. Tarefa de ser a grande promotora de si mesma.”.

A celebração contou com a presença de agentes da Pastoral da Criança, da Pastoral da Saúde e também dos fiéis das Paróquias e Comunidades pertencentes à Forania Santa Teresinha.

Dom Paulo Francisco proferiu para as gestantes e as mães com crianças de colo presentes uma benção especial para que seus filhos, ainda no ventre, tenham uma vida e uma caminhada cristã plena no Senhor.

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Ao final, as crianças juntamente com algumas idosas coroaram a imagem de Nossa Senhora Aparecida.

Na ocasião a Dr. Cristina Guimarães, médica pediátrica e coordenadora da Comissão Diocesana em Defesa e Promoção da Vida, conversou com o ELODAFÉ. Confira:

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Dr. Cristina, falando em nome da Comissão, como foi organizar toda a Semana da Vida?

A Comissão Diocesana em Defesa e Promoção da Vida se sente muito honrada nesse momento ao encerrar essa celebração. Foram 8 dias que nos deixaram muito felizes, nos sentimos muito abençoados e agraciados por Deus pela realização dessa semana. Nós tivemos a oportunidade de celebrar em várias paróquias, uma em cada forania da Diocese de Uberlândia e em cada uma foi uma grata surpresa. Fomos muito bem recebidos, a comunidade participou ativamente com um grande apreço e acolhimento de todos os temas que nós propomos, por meio da Pastoral Familiar Nacional e da CNBB, para a celebração da vida deste ano. Realmente uma grande satisfação para nós, podermos participar com as comunidades.

Dr. Cristina, visando os objetivos que foram propostos pela Comissão, ao encerrar essa Semana, vocês conseguiram atingi-los?

Nós pensamos que sim. A proposta da Comissão era divulgar todos os temas propostos para a Semana da Vida. Então, nós tivemos a oportunidade de estar em várias comunidades, de anunciar por vários meios de comunicação através da Rádio América, pelo portal ELODAFÉ divulgando esses temas dia-a-dia durante toda essa Semana e também despertando a possibilidade de cada leigo, em sua comunidade, discutir este assunto. Portanto esse era o nosso objetivo: despertar nas pessoas a necessidade de refletir sobre esse tema não só neste primeiro momento, mas sim dar continuidade a este trabalho.

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Pe. Eduardo César, assessor diocesano da Pastoral Familiar, direcionou a todos os que acompanham o ELODAFÉ uma mensagem pelo Dia do Nascituro:

O Dia do Nascituro é um dia importante para a nossa Igreja, que hoje encerra a Semana da Vida. E nós vemos que a vida está muito ameaçada, desvalorizada. A vida foi realmente banalizada. Da mesma forma como nós banalizamos a morte, e a banalização da morte é o outro lado da banalização da vida, nós acabamos por desprezar a vida em todos os seus contornos especialmente quando ela está mais fragilizada. O Papa Francisco já nos lembrava disso quando falava da juventude e dos idosos. A juventude porque está em um extremo em que ainda não é mais criança e também não é adulto, não se definiu e não serve muitas vezes ao mundo do capitalismo. Os idosos porque já não produzem mais. Então essas são duas fases em que nós vemos o desprezo pela vida, mas há tantas outras não é? Quando uma pessoa possui uma deficiência ou uma fragilidade congênita. A medicina é cada vez mais pragmática no sentido de querer só o perfeito então quando a Igreja fala da vida ela defende que ela é graça, é dom de Deus e tem importância para Ele. Por isso, em todas as suas etapas, mesmo nas piores circunstâncias para nós ela deve ser defendida.”

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