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"o padre deve ser ministro da misericórdia", afirma novo pároco da Nossa Senhora da Abadia

“Quero dizer que me sinto honrado, feliz, com o coração cheio de júbilo e alegria por esta nova missão que haverei de desempenhar”.

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Foram com essas palavras que Pe. Sérgio de Siqueira Camargo, presbítero oficialmente empossado no cargo de pároco da Paróquia Nossa Senhora da Abadia do Patrimônio pelo bispo diocesano, dom Paulo Francisco Machado, na noite de ontem (04), sábado, iniciou seu ministério.

Após professar sua fé publicamente, reverenciar as Sagradas Escrituras, renovar sua obediência ao bispo diocesano e seu compromisso de fidelidade ao ministério, Pe. Sérgio Camargo recebeu simbolicamente o tabernáculo e a pia batismal “útero de onde nascem os novos cristãos desta paróquia”, como assegurou o bispo diocesano.

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A celebração eucarística teve início com um leve atraso devido, em grande parte, à chuva que caiu no início da noite. O que talvez contribuiu para que a Igreja matriz não estivesse completamente lotada, embora todas as pastorais e movimentos da Paróquia tenham sido representados.

Dom Paulo Francisco iniciou o rito litúrgico convidando os fiéis a terem um coração agradecido a Deus por todo o bem e favor que Ele nos faz. Ressaltou, ainda, as transferências que ocorrerem até agora: “amanhã (domingo), às 09h em Indianópolis encerrarei a primeira parte das transferências que empreenderemos ao longo desse ano”, afirmou.

O bispo diocesano fez a recordação do mistério celebrado que é, em primeiro lugar, um culto a Deus. E, depois, “nesta celebração, especialmente, iremos acolher o novo pároco desta paróquia, Pe. Sérgio Camargo […] desejamos, portanto, que ele produza muitos frutos nesta nova comunidade”.

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Em sua homilia, dom Paulo Francisco fez menção ao contexto envolvendo a Síria e todo o oriente médio, em razão da liturgia do dia, em que se celebra a Epifania do Senhor. Neste contexto, o religioso lembrou que “Deus se manifestou ao Ser Humano, e não a um povo em particular, etnia ou qualquer outra categoria separatista. Ele se deu a todo homem e a toda mulher que o queira como único e verdadeiro Senhor”, afirmou com veemência. “É um momento de louvarmos o Criador, como os magos, que se encantaram com o nascimento de Jesus. Iluminados pela luz divina, reconheceram em Jesus o Messias, Homem e Deus, que nasceu em Belém e veio para salvar a todos os povos”. Afirmou. “Para nós, cristãos, Belém é aqui, onde encontramos Jesus na mesa da Eucaristia e na mesa da Palavra”, finalizou.

Toda criatura fala de Deus, e, dentre elas, uma em especial; nós, os seres humanos. Dom Paulo Francisco Machado

Ao término da Celebração Eucarística, Pe. Sérgio de Siqueira Camargo agradeceu a todas as pastorais, movimentos e a toda a equipe celebrativa. Munido com o báculo do bispo em mãos, percorreu a nave da Igreja, abençoando a assembleia.

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O CCD (Centro de Comunicação Diocesano) cumprimenta o Revmo. Sr. Pe. Sérgio de Siqueira Camargo e lhe assegura o nosso compromisso de continuar comunicando a Boa-Nova do Evangelho de Cristo do qual os presbíteros são dignos ministros.

Trechos do discurso de Pe. Sérgio de Siqueira Camargo

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“particularmente, estou inclinado a dizer que a paróquia de hoje deve coincidir com aquela imagem que recentemente o papa Francisco utilizou para definir a Igreja como um hospital de campo após uma batalha que tem que saber acolher a todos que estão na UTI espiritual. Em outras palavras, essa metáfora ajuda a compreender e situar a paróquia como um verdadeiro lar para todos, e não como uma pequena capela capaz de abrigar apenas um grupo seleto de pessoas. Penso que a paróquia, como comunidade eclesial, nos dias de hoje, deve levar em consideração, e muito, as necessidades espirituais das pessoas. […] Estou de acordo com o papa Francisco quando afirma que é função da Igreja, nos dias de hoje, demonstrar, não só, mas também essa capacidade de curar feridas, de aquecer o coração dos fiéis, de estar mais perto dos fiéis, de atrair mais pessoas para a Igreja de Cristo. […] O padre, consequentemente, deve ser, então, dentre as várias funções que exerce, ministro, por excelência, da misericórdia. O confessor que a exemplo do bom samaritano é capaz de ajudar a levantar, a reerguer o próximo. Ele deve saber dialogar com respeito com as pessoas que frequentam a comunidade. Ter consciência que não é um funcionário da Igreja, mas, sim, pastor do povo de Deus, ser capaz de suportar com paciência os passos de Deus na sua comunidade, de modo que ninguém fique para trás, acompanhando sempre o rebanho. […] quero aproveitar esta oportunidade e cumprimentar os ministros e fiéis legis que colaboram na evangelização desta paróquia, e todas as pessoas que aqui frequentam. Devo dizer que me esforçarei por cumprir o oficio de pároco, no acompanhamento às pastorais e aos fiéis, com humildade e mansidão, virtudes tão necessárias para o exercício sacerdotal. Também quero dar os parabéns ao Pe. Francisco, que aqui exerceu seu ministério por sete anos, pelo excelente trablho desenvolvido e desejo a ele muito sucesso pastoral na nova paróquia que atuará. Peço a todos que  rezem por mim, para que, assim, Deus possa me dar as condições necessárias e suficientes para o bom desempenho sacerdotal pastoral”.

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