Diocese de Uberlândia Em Destaque

Pe. Guilherme Stort tomou posse como novo pároco da Paróquia Sagrada Família

Um dia após a Igreja celebrar São José, a Sagrada Família, situada no bairro Cruzeiro do Sul, em Uberlândia-MG, recebeu seu novo pároco, Padre Guilherme Miranda Stort.

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Pe. Guilherme Stort era até então vigário na Paróquia Bom Jesus, no bairro Bom Jesus, também em Uberlândia. Paroquianos das Comunidades Medalha Milagrosa e Bom Jesus, além de fiéis de outras Comunidades, se fizeram presentes para acolher o novo pároco.

A cerimônia de posse foi presidida pelo bispo diocesano, Dom Paulo Francisco Machado, que contou também com a presença de alguns padres da diocese. Entre eles, do até então pároco da Paróquia Sagrada Família, Pe. Diogo Naves que deixa a Paróquia e assume como vigário paroquial na Paróquia Bom Jesus. Também estiveram presentes os padres: Eduardo César, Francisco de Assis, Márcio Gonçalves, Robson de Oliveira, Rogério Alves e Willians Soares, além dos diáconos Nilton e Rosendir.

Pe. Eduardo César proferiu com a leitura da Provisão, documento que formaliza as obrigações e os direitos do presbítero à frente da comunidade paroquial, conforme o Código de Direito Canônico, com validade de seis anos. Logo após, Dom Paulo apresentou Pe Guilherme à comunidade que o acolheu calorosamente com uma salva de palmas. Em seguida deu-se prosseguimento à Santa Missa, a partir do Ato Penitencial.

Em sua homilia, Dom Paulo Francisco afirmou:

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“Caríssimos […] estamos sendo preparados este mês para a celebração mais solene da paixão, morte e ressurreição de Cristo. É bem verdade que durante todo o ano nós somos colocados diante da cruz, e a cada missa celebrada, através dos sinais do pão e do vinho que se transformam no corpo e no sangue do Senhor, nós somos colocados diante do calvário, como somos colocados também diante do túmulo vazio. Mas agora é ainda mais solene essa nossa preparação, porque o que importa mesmo é ser cristão. Como é bonito ser filho de Deus, templo do Espírito Santo. […] De forma que a vida cristã é essencialmente para poder ressuscitar. […] Esse Jesus que veio até nós, ele veio trazer para nós uma missão. E se eu realmente participo da morte e ressureição de Cristo, se eu vivo a grandeza do meu batismo, então eu sou chamado a reconhecer na pessoa que sofre o Cristo que está sofrendo, porque o cristão dá continuidade à obra de Cristo. Então ficamos muitas vezes comovidos diante do crucificado de madeira, ou, de gesso, mas não nos comovemos diante dos irmãos crucificados, que estão nos hospitais, que estão morrendo às vezes distantes da família, distante das pessoas. Desprezamos a pessoa que hoje o mundo despreza… Então, onde está o Evangelho e a sua força? Estamos jogando o evangelho numa lata de lixo? […] Vamos dar um novo passo, vamos andar um pouco mais na nossa compreensão de Jesus e, a partir desta compreensão, dessa vida nova, dessa vida na graça, dessa vida na caridade. Esta é a graça que queremos na celebração solene do mistério pascal. Vamos pedir então que Deus nos faça ter esse olhar, esse olhar meigo, porque a fé cristã é olhar com os olhos de Deus e por isso preciso olhar com os olhos de Deus pra que eu veja como Jesus via as situações. E me prostrar diante de Deus em orações para que Deus possa falar no meu coração. […] Aquela pergunta que um dia Jesus fez aos apóstolos, ele no fundo faz a cada um de nós e nós precisamos dar resposta à pergunta de Jesus. Jesus me pergunta: ‘quem eu sou pra você, Paulo?’, ‘quem eu sou pra você, Diogo?’, ‘quem eu sou pra você, Guilherme?’, quem eu sou pra você, Márcio?’, ‘quem eu sou pra você, Rosendir?’ Acompanhando Jesus nos seus últimos passos nós teremos condições de responder de maneira mais clara, mais perfeita: Tu és o filho de Deus. O Filho de Deus que me ama, o Filho de Deus que se entregou na cruz por mim, que derramou seu sangue por mim, o Filho de Deus, um Deus ensanguentado, um Deus ferido. E nós queremos conhecê-lo cada vez mais profundamente e não como aqueles judeus que conheciam somente aquilo que é superficial. Está aí então a missão do Pe. Guilherme de ir acompanhando este rebanho, o nosso rebanho, o rebanho que aqui está. Tenha o amor mais profundo a Jesus, com maior perfeição, Pe. Guilherme, e que Deus o abençoe”.

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Pe. Guilherme, após a homilia, renovou sua profissão de fé e também seus votos de obediência à Igreja no ministério sacerdotal. Em seguida, Dom Paulo “entregou” ao novo pároco o altar e o tabernáculo , enfatizando que o tabernáculo consiste na tenda, na morada de Deus. Durante o ofertório alguns fiéis se dirigiram ao altar com cartazes contendo homenagem ao novo pároco.

Ao final da celebração, Pe. Guilherme realizou, juntamente com toda a comunidade, a oração que compõe o tríduo de São José. Em seguida, os fiéis proferiram algumas palavras de acolhida ao seu novo pároco, enfatizando que o coração dos paroquianos se encontra aberto para recebê-lo como seu novo pastor. Pe. Guilherme também se dirigiu à comunidade:

“Caríssimo Dom Paulo, padres e diáconos, […] é com alegria que chego a esta Paróquia […] Penso que com o apoio das pastorais, da comunidade, realizaremos um bonito trabalho de evangelização. […] Vivo este momento singular em minha vida contemplando a ação do Espírito Santo de Deus. […] Agradeço ao Pe. Diogo Naves por conduzir os trabalhos pastorais nesta comunidade até o dia de hoje, […] à Paróquia Bom Jesus, na pessoa do Pe Willian, administrador paroquial, […] a Dom Paulo pela confiança e a todos os presentes. Que a Sagrada Família interceda por nós”.

Também o bispo diocesano disse algumas palavras ao final da Santa Missa, destacando a atuação do Pe. Guilherme Stort na pastoral vocacional, agradecendo-lhe por sua disponibilidade.

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Por, Leandro Oliveira
Fotos: Henrique Mendes

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