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REFLEXÃO (04/08), POR MONSENHOR PAULO DAHER

18ª Semana do Tempo Comum | São João Maria Vianney | Quinta-feira
04/08/22

Em Mateus 16, 13-23, Jesus pergunta aos discípulos quem era Ele para eles.

Uns diziam que era o Batista ou um dos profetas.
E Jesus:” e vocês?”

Pedro responde: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.”

Jesus o elogia e lhe diz que ele vai ser a pedra sobre a qual irá construir a sua Igreja que vencerá todo o mal. E eles poderão ligar e desligar na terra.

Depois Jesus fala dos sofrimentos pelos quais vai passar.

Pedro diz que isto não vai acontecer. E Jesus censura Pedro por não pensar como Deus e sim com pensamentos humanos.

É momento de “curiosidade” de Jesus. Não que não soubesse seus pensamentos e comentários. É maneira didática de ensinar.

Falar do que pensa e o que sente é bom começo de conversa. É até um encaminhamento para que as pessoas com pequenos ou grandes problemas psíquicos possam se abrir e desarmar seu espírito.

Enfim depois de saber das opiniões das pessoas, Jesus quer saber o que eles mesmos pensavam dele.
Pedro toma a dianteira e faz uma afirmação profética fantástica bem além de sua vivência de pescador e de conhecimento bíblico.

Jesus aceita e em cima desta resposta apresenta seu propósito sobre a futura missão de Pedro.

O momento foi grandioso e revelador. Então Jesus, o Filho do Deus vivo diz que vai ser preso e sofrer muito. Isto caiu como um raio sobre Pedro. Perdeu toda a pose. E não aceita. E não quer.
Jesus então o chama de satanás…

Somos todos muito fieis a Cristo nas horas festivas e de vitórias. Nos momentos em que vemos Cristo carregando a cruz e somos chamados como o Cirineu, fugimos como Pedro na hora da prisão de Jesus.

Que jamais Jesus possa nos chamar de satanás por rejeitar a sua e a minha cruz.

Cristo vive e é o Senhor!

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