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Reflexão (05/02/2024) Monsenhor Paulo Daher

Santa Águeda, virgem e mártir – Memória | Segunda-feira
05/02/2025

Em Marcos 6, 53-56, chegando Jesus a Genesaré, ao descerem da barca uma grande multidão lá estava com doentes. E por onde passava apresentavam os doentes para que n´Ele ao menos tocassem. E ficavam curados.
Somos ricos e pobres. Ricos de muitas qualidades, mas pobres e frágeis em nossa vida na terra.
Não há ninguém que não tenha algum problema. E não gostamos de perder nossa saúde física e mental. Alguns ficam preocupados outros menos. Ou procuramos um médico ou quem possa ajudar-nos na solução do que nos incomoda.
Nós sacerdotes, pela fé que o povo cristão tem, somos muito procurados para alívio de suas preocupações.
Hoje pela desestruturação familiar e social, as pessoas sofrem e muitas vezes não encontram quem as ouça mesmo que não dê solução ao que precisam.
Muitas vezes nós, sacerdotes, mais ouvimos que falamos. Pois é o que a maioria das pessoas precisam: que alguém as ouça, as entenda, as console para ao menos aliviar de seus problemas.
Os chefes religiosos judeus do tempo de Cristo eram mais juízes das pessoas e exigentes pela observância das leis, que ouvidos e braços para acolher as pessoas que sofriam.
Vem Jesus e acolhe a todos com carinho, anda no meio do povo, sofre com ele. Creio que a cura das doenças não era o mais importante para o povo. Só por Jesus ser do povo, estar à vontade no meio das pessoas, caminhar pelas estradas como todos, atender a todos, já era outra maneira de ser religioso.
Jesus não mudava a lei moral e a manifestação de fé em Deus. A forma como conduzia facilitava as pessoas de se aproximarem dele.
Um pai recebeu uma carta do filho que estudava em lugar distante. Não gostou do que leu. O filho dizia: pai mande-me um dinheiro. Quando mostrou a um amigo se queixando do pedido rude, lia quase como exigência a frase do filho. O amigo pegou e a carta e leu o pedido de maneira educada e quase chorosa… O pai compreendeu a lição.
Os problemas podem ser os mesmos mas a maneira como os recebemos e conduzimos sua solução pode ser o melhor caminho.

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