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REFLEXÃO (05/08), POR MONSENHOR PAULO DAHER

Dedicação da Basílica de Santa Maria Maior em Roma
| Sexta-feira 05/08/2022
05/08/2022

Em João 12, 24-26, Jesus lembra: se o grão de trigo que lançado na terra não morre, nada produz. Se morrer dará frutos. Quem se apega demais à vida neste mundo, perde-a.
Se não se prende muito à sua vida, vai tê-la na vida eterna.

Quem quer me servir, siga-me e estará sempre comigo e meu Pai vai protege-lo.

Mais uma vez a imagem da semente. O trabalho, o sofrimento, o esforço perseverante parece no momento pesar.

Mas mesmo assim, o olhar para o futuro que aguarda os frutos, dá forças, alegria e perseverança a quem se dedica de fato com a visão do amanhã.

O lavrador embora esteja voltado para a terra em que trabalha para obter seus frutos, de vez em quando para, senta, enxuga o suor, olha para trás ao espaço percorrido e divisa em sua frente antecipadamente o resultado das plantas envolvidas pelo calor do sol e pelo vento que dança a música da realização conseguida.

A vida em seu começo, na caminhada de cada dia, é como o próprio tempo. Nasce o sol, começa o dia, aquece a terra, refresca-se com o vento, caminha na direção da noite que segue ao brilho do luar.
Parece repetição dos mesmos gestos. Mas realiza o ciclo maravilhoso do começo, meio e fim de todas as criaturas desta terra.

É a música, a sinfonia divina dos seres que envolvidos pelo poder de Deus manifestam o grande amor do Senhor por todos os seus filhos.

Cristo vive e é o Senhor!

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