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REFLEXÃO (05/09), POR MONSENHOR PAULO DAHER

23ª Semana do Tempo Comum | Segunda-feira
05/09/2022

Evangelho (Lc 6,6-11)
Aconteceu num dia de sábado que 6Jesus entrou na sinagoga, e começou a ensinar. Aí havia um homem cuja mão direita era seca. 7Os mestres da Lei e os fariseus o observavam, para ver se Jesus iria curá-lo em dia de sábado, e assim encontrarem motivo para acusá-lo. 8Jesus, porém, conhecendo seus pensamentos, disse ao homem da mão seca: “Levanta-te, e fica aqui no meio”. Ele se levantou, e ficou de pé. 9Disse-lhes Jesus: “Eu vos pergunto: O que é permitido fazer no sábado: o bem ou o mal, salvar uma vida ou deixar que se perca?” 10Então Jesus olhou para todos os que estavam ao seu redor, e disse ao homem: “Estende a tua mão”. O homem assim o fez e sua mão ficou curada. 11Eles ficaram com muita raiva, e começaram a discutir entre si sobre o que poderiam fazer contra Jesus.

Em Lucas 6, 6-11, num sábado na sinagoga Jesus estava ensinando. Um senhor de mão
ressequida apareceu. Os fariseus o observavam. Jesus manda o senhor ficar no meio da assembleia.
Pergunta se em sábado pode-se fazer o bem o ou o mal.
E disse ao senhor: estende tua mão.
Ele o fez e ficou curado.
Os fariseus tramavam o que fazer contra ele.
Mão ressequida, paralisada.

Deus nos criou com as mãos para que com elas nos
sustentássemos seja pelos alimentos, trabalho, gesto de amizade e serviço a todos.

Nossa mão com seus dedos é capaz de realizar muitas ações boas para nós e para os outros.
A sensibilidade que temos em nossas mãos são caminhos para percebermos o peso, a maciez ou dureza dos objetos
que tocamos.

Com nossas mãos somos capazes de muitas realizações. O tato, sentido mais percebido
por nossas mãos, nossos dedos levam-nos a descobrir e a conservar objetos e pessoas que são fonte de bens para nós.

Tocar com os dedos, com as mãos é umas das primeiras sensações que liga o bebê a
seus pais e pessoas queridas. Despertam sensações das coisas ao entrar em conato seja com a natureza do objeto, sua
maciez ou dureza, seu calor ou frio, e a resposta desse ser que tocamos com este sentido.

Admiramos as mãos e dedos dos artistas que comandadas por viva sensibilidade compõem obras admiráveis
na pintura, na música, nas
artes. Um Miguel Ângelo, um Aleijadinho, um Wagner…

Nossas mãos e dedos se iluminam de luz celeste quando as usamos para manifestar amor às crianças, aos pobres, aos que sofrem…

Cristo vive e é o Senhor!

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