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REFLEXÃO (06/10), POR MONSENHOR PAULO DAHER

27ª Semana do Tempo Comum | Quinta-feira
06/10/2022
Evangelho (Lc 11,5-13)

Em Lucas 11, 5-13, Jesus conta: um amigo vem de noite pedir pães para a visita que chegou à sua casa.
O vizinho diz que não o incomode pois todos dormem. Se o outro insistir, acabará levantando-se para ajudá-lo.

Jesus conclui: peçam e receberão, procurem e vão achar, batam e lhes será aberto. Quem pede, recebe, quem procura, acha. É assim que vocês fazem atendendo aos pedidos de seus filhos. Se vocês que não são perfeitos fazem isso, muito mais o Pai do céu dará o Espírito Santo a quem lhe pedir.
O primeiro e mais importante gesto nosso em relação a Deus deve ser de adoração, reconhecendo-O como nosso Deus e Senhor.
Mas nossa frágil natureza, como os bebês com sua mãe, primeiro gritamos pedindo saciar nossa fome. Depois recebemos o abraço afetuoso. Somos, pois, eternos pidões…

Como os enfermos em seu tempo, vinham atrás de Jesus pedindo a cura de suas doenças… Depois, agradecidos contavam para todos sobre a bondade e o poder de Jesus.

Neste trecho de hoje, Jesus pede mais confiança em Deus, que como Pai vem sempre em nosso socorro e atende aos nossos pedidos. O que destaca não é bem o pedir, mas a confiança no poder e amor de Deus para conosco.
Por isso na oração do Pai nosso coloca em primeiro lugar o reconhecimento de que Ele é nosso Pai, e Pai de todos.
E seu nome que evoca quem Ele é, precisa ser respeitado, honrado.
O seu reino de justiça, paz, fraternidade entre todos, é o caminho e o ideal para nossa vida: queiramos pertencer a este reino. Conhecer e seguir sua vontade une-nos mais a seu amor.
Na segunda parte do Pai nosso expressamos nossos pedidos.

Cristo vive e é o Senhor!

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