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REFLEXÃO (11/08), POR MONSENHOR PAULO DAHER

Em Mateus, 18, 21-35, Pedro pergunta a Jesus quantas vezes devia perdoar ao irmão. Jesus diz:
sempre.
E conta a parábola:
um rei chama seu servo para prestar-lhe contas de sua administração. Este devia
muito. Manda vende-lo com toda a sua familia. Mas o servo pede perdão, dizendo que irá pagar tudo.
O rei o perdoou.
Saindo dali este servo encontrou um amigo que lhe devia muito menos. Como não podia pagar, mandou prendê-lo com toda a sua família.
Este pede perdão é promete paga-lo. Mas o outro não perdoou.
Contaram ao rei o que aconteceu.
O rei chama de novo o servo devedor e o recrimina por não ter perdoado.
E o condena a prisão.

Jesus termina dizendo que seu Pai também não perdoará a quem não perdoar.
E muito claro o que Jesus quer ensinar, aproveitando as perguntas e as respostas de Pedro.

A apresentação dos dois devedores fica muito clara e é até è chocante a imediata mudança de atitude do que foi
perdoado.
À primeira vista até nos revoltamos contra o devedor perdoado que não quis perdoar a quem lhe devia muito menos.

Se pararmos um pouco antes de apontarmos nosso dedo acusador para o que não perdoou, viremos o
dedinho para nós mesmos.

Nós algumas vezes somos como este devedor que não teve compaixão do outro.
E Jesus que conhece muito bem toda a nossa fragilidade, colocou no Pai nosso o pedido que devemos
fazer todo o dia ao Pai do céu:
perdoai, como nós perdoamos.
É um lembrete para que estejamos atentos: o que não desejo que façam a mim não devo fazer aos outros.

E em outro lugar Jesus afirma: com a mesma medida com que medirmos os outros seremos medidos por Deus.

Assim como o amor que é um dom maravilhoso e trabalhado e faz-nos um bem imenso assim
também o desamor ( que leva a não perdoar as ofensas ou dívidas) faz-nos mal a nós e aos outros.

E se formos um pouco mais curiosos em nossa investigação sobre quais são mesmo
os efeitos psicológicos e em nosso organismo quando o amor, o bem querer orienta nossa vida ou quando aceitamos o vírus do ódio, do não perdão… ficaremos espantados…
do ódio, do não perdão…

É inacreditável como lendo, estudando, vendo a experiência de tantas pessoas em relação ao tesouro que é o amor é a desgraça que é o desamor, nós custamos a aprender a valorizar o amor e a seguir o grande desejo de Deus para que o amor tome conta do nosso coração e de nossa vida com todos.

Mais uma vez, alguns santos tiveram aqui na terra a experiência da presença de Deus e do seu amor, de forma tal que entravam em êxtase e alguns até ficavam suspensos no ar.

Cristo vive e é o Senhor.

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