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Reflexão (11/09), por Monsenhor Paulo Daher

23ª Semana do Tempo Comum | Segunda-feira
11/09/2023

Em Lucas 6, 6-11, num sábado na sinagoga Jesus estava ensinando. Um senhor de mão ressequida apareceu. Os fariseus o observavam. Jesus manda o senhor ficar no meio da assembleia.
Pergunta se em sábado pode-se fazer o bem o ou o mal.
E disse ao senhor: estende tua mão. Ele o fez e ficou curado.
Os fariseus tramavam o que fazer contra ele.
Mão ressequida, paralisada. Deus nos criou com as mãos para que com elas nos sustentássemos seja pelos alimentos, trabalho, gesto de amizade e serviço a todos.
Nossa mão com seus dedos é capaz de realizar muitas ações boas para nós e para os outros.
A sensibilidade que temos em nossas mãos são caminhos para percebermos o peso, a maciez ou dureza dos objetos que tocamos.
Com nossas mãos somos capazes de muitas realizações. O tato, sentido mais percebido por nossas mãos, nossos dedos levam-nos a descobrir e a conservar objetos e pessoas que são fonte de bens para nós.
Tocar com os dedos, com as mãos é umas das primeiras sensações que liga o bebê a seus pais e pessoas queridas. Despertam sensações das coisas ao entrar em contato seja com a natureza do objeto, sua maciez ou dureza, seu calor ou frio, e a resposta desse ser que tocamos com este sentido.
Admiramos as mãos e dedos dos artistas que comandadas por viva sensibilidade compõem
obras admiráveis na pintura, na música, nas artes.
Um Miguel Ângelo, um Aleijadinho,um Wagner…
Nossas mãos e dedos se iluminam de luz celeste quando as usamos para manifestar amor às crianças, aos pobres e aos que sofrem…

Cristo vive e é o Senhor!

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