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REFLEXÃO – 11/11

São Martinho de Tours, bispo – Memória | Sexta-feira
11/11/22
Evangelho (Lc 17,26-37)

Em Lucas 17, 26-37, fazendo comparação com os tempos de Noé, com Ló. Tudo chegará de repente. Todos estarão sem preparação. Vão ter só surpresa. Quem procura ganhar sua vida, vai perde-la. Perguntam quando acontecerá isso? Jesus responde por enigmas…
De vez em quando Jesus mostra sua ciência divina sobre os tempos e mais ainda sobre um futuro imprevisível. Poderia querer mostrar seu conhecimento divino, mas também é uma maneira de ajudar-nos a pensar no futuro.
Dizemos com o povo: o futuro a Deus pertence. É verdade, mas nós somos parte desta história.
Somos responsáveis pelo nosso passado, pelo presente em que vivemos e pelo futuro que devemos preparar.
Algumas colocações que fazemos agora, podemos de alguma forma saber que terão seus resultados.
É lei universal da filosofia: não existe efeito sem causa.
Neste nosso mundo é assim. Nada se isola. Nnguém pode se eximir de culpa por um ato agora que cause muitos males amanhã.
Até podemos dizer que para muitos cristãos a forma rotineira de se confessar seus próprios pecados, às vezes se reduz a conseguir o perdão de suas faltas. Mas não é completo esse arrependimento. Em tudo acontecem causas e efeitos de nossos atos. Somos responsáveis não só pelo que fazemos de errado, mas também por não evitarmos as causas que nos levam ao pecado.
O filho chamado de pródigo da parábola (Lc 15,19) não seria sincero em seu arrependimento se voltasse ao pai para pedir perdão, e depois pegasse de novo dinheiro para se divertir. Ele disse ao pai: trata-me como o último de teus empregados. Isto é, não vou mais sair de casa para ter de novo vida irresponsável.

Cristo vive e é o Senhor!

Texto: Monsenhor Paulo Daher

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