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REFLEXÃO (13/09), POR MONSENHOR PAULO DAHER

24ª Semana do Tempo Comum | São João Crisóstomo| Terça-feira
13/09/2022
Evangelho (Lc 7,11-17)
Naquele tempo, 11Jesus dirigiu-se a uma cidade chamada Naim. Com ele iam seus discípulos e uma grande multidão. 12Quando chegou à porta da cidade, eis que levavam um defunto, filho único; e sua mãe era viúva. Grande multidão da cidade a acompanhava. 13Ao vê-la, o Senhor sentiu compaixão para com ela e lhe disse: “Não chores!” 14Aproximou-se, tocou o caixão, e os que o carregavam pararam. Então, Jesus disse: “Jovem, eu te ordeno, levanta-te!” 15O que estava morto sentou-se e começou a falar. E Jesus o entregou à sua mãe. 16Todos ficaram com muito medo e glorificavam a Deus, dizendo: “Um grande profeta apareceu entre nós e Deus veio visitar o seu povo”. 17E a notícia do fato espalhou-se pela Judéia inteira e por toda a redondeza.

Lucas 7, 11-17, em Naim Jesus encontrou-se com uma mãe que levava seu filho morto para enterra-lo. Diz à mãe: não chores. E disse ao jovem: levanta-te. Ele levantou-se e Jesus o entregou à sua mãe. Todos admirados diziam: Deus visitou seu povo: apareceu um grande profeta.

Os evangelistas principalmente os apóstolos participavam o tempo todo da vida de Jesus, por isso conhecemos suas reações em cada momento e com cada pessoa que encontra.

Jesus não perde uma oportunidade de manifestar seus sentimentos e seu poder divino para o bem das pessoas.Sua sensibilidade está à flor da pele. Quer dizer, Jesus, como seu Pai, sempre quer participar de nossa vida, não como expectador, mas como quem está sempre ligado com seu amor misericordioso e divino.

O sofrimento de um pai ou mãe em relação a seus filhos é que não conseguem mostrar todo o tempo quando ama seus filhos. Se pudessem nunca se afastariam deles. Só que sua intenção é mais te-los sempre perto como a se tornarem filhinhos presos à barra da saia, quase sem expressão pessoal.

O amor e a presença de Deus em nossa vida é de uma sabedoria e pedagogia divinas: quer que acreditemos em sua presença amorosa sem impedir-nos de sermos nós mesmos.
Que surpresa, que alegria inaudita a dessa mãe ter encontrado Jesus a quem nem pediu nada e recebeu tudo: seu filho querido companheiro também de sua viuvez.

Cristo vive e é o Senhor!

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