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Reflexão (15/02), por Monsenhor Paulo Daher

6ª Semana Comum | Terça-feira 15/02/2022

Em Marcos 8, 14-21, os discípulos só tinham na barca um pão. Jesus fala sobre o fermento dos fariseus. Eles pensaram que falava sobre a falta de pão. Jesus lembra já ter mostrado seu poder com a multiplicação dos pães e dos peixes. Mas falava era dos fariseus mesmos. Há gente que tem olhos e não veem, tem ouvidos e não ouvem.

A palavra que Jesus usa é imagem fácil de se entender, principalmente por eles que sabiam fazer pão em casa. Usa a palavra fermento.

Fermento é um elemento que tem força ao se misturar com a farinha de faze-la crescer. Pode ser na linguagem comum e na análise social usado como imagem de influência de alguém no meio em que vive.

Pode ser influência na direção do bem ou do mal. É capacidade humana no convívio com outras pessoas de liderar um movimento que favoreça o que se pretende atingir.

Aqui no caso Jesus falava do fermento dos fariseus no sentido de influência negativa ou maliciosa no viver religioso.

A partir do nível social, e de conhecimento da Palavra de Deus e das leis religiosas, alguns fariseus manipulavam a fé do povo e o medo dos castigos de Deus para quem não obedecesse.

Basta ler com calma os quatro evangelistas em muitos momentos os fariseus e os chefes religiosos a pretexto de obediência às leis e tradições dos judeus em relação à pertença ao povo escolhido, contradiziam Jesus.

Criticavam e ainda chegavam ao ponto para amedrontar mais ainda o povo de dizerem que Jesus era Beelzebu o chefe dos demônios,.

E ainda Jesus afirma algo muito sério dizendo que eles eram como gente que tem olhos mas não enxergam, tem ouvidos mas não ouvem. Porque não querem ver, nem querem ouvir a verdade que os iluminaria.

Nós devemos ser fermento de cuidado com os outros, de amor a todas as pessoas, de zelo por ajudar as pessoas a se encontrarem com Jesus.

Cristo vive e é o Senhor!

“Se nos esforçamos para que Deus faça parte de nossa vida , saberemos olhar com mais serenidade para os nossos erros, pois temos quem interessa por nós e nos ama sempre apesar de nossas fugas”.

Mons. Paulo Daher (falecido em 2019)

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