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Reflexão (20/06) Monsenhor Paulo Daher

11ª Semana do Tempo Comum
20/06/2024
Quinta-feira

Em Mateus 6, 7-15, Jesus continua aconselhando seus discípulos como proceder em suas manifestações religiosas. A boa oração não é a com longas palavras. Deus não precisa de insistência para ser lembrado sobre como deve atender-nos. Assim Jesus nos ensina a oração do Pai nosso… No final insiste no perdão às pessoas. O Senhor nos perdoará se nós fizermos o mesmo aos outros.
Rezar é abrir nosso coração a Deus para lhe mostrar o que pensamos, sentimos e queremos.
Pode ser que precisemos falar, não para convencer a Deus do que queremos. É nossa mania desde crianças.
Como Deus é educado, não vai embora aborrecido por tantas palavras inúteis.
Para nós humanos o falar não é só para que os outros ouçam o que sentimos.
Às vezes falamos, falamos mais para nós mesmos ouvirmos o que estamos sentindo ou precisando.
Para simplificar nossa comunicação com Deus, Jesus pensou nas necessidades de que mais precisamos, por isso ensinou-nos a oração do Pai nosso.
Breve, direta, comunica-nos com Deus que é nosso Pai querido. Faz-nos pedir que aconteça entre nós a realização de seu reino de amor. Faz-nos confiar mais no seu plano de amor: a vontade d’Ele de nos deixar conduzir por sua providência.
Faz-nos olhar para nossas necessidades que devemos suprir por nós e confiar em que Ele vai nos ajudar também nessa busca.
E o que às vezes não pensamos ser um grande empecilho para estarmos com Ele e conviver melhor com os outros: a grande capacidade do perdão sobre nossos erros.
O perdão é a manifestação mais generosa de que amamos de verdade.
Ele desfaz todo o mal que causamos a nós e aos outros.
O perdão que o Senhor nos dá mostra-se em seu grande e amoroso abraço de Pai.

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