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REFLEXÃO (20/06), POR MONSENHOR PAULO DAHER

12ª Semana do Tempo Comum | Segunda-feira
20/06/2022

Em Mateus 7, 1-5, Jesus aconselha: não julguem para não serem julgados na mesma medida. Porque vês o cisco no olho de teu irmão e não vês a trave em teu olho.

Qualidade preciosa que Deus nos deu é poder saber o que é certo e o que é errado moralmente.
Porque o dom que nos facilita escolher o que nos ajuda na vida, que é a liberdade, pode nos enganar pelas aparências das pessoas, fatos e mesmos gostos.

Desde cedo na família onde há mais filhos, tem-se mais facilidade de conhecer o que é bom e o que não é, pelo bem ou prejuízo que podemos dar ao irmão.

Conviver com alguém logo nos aponta o limite do que pensamos, dizemos e fazemos.
Às vezes nem é algo errado, mas percebemos que o que desejamos pode prejudicar o outro. Mesmo sem ser errado.
Pois viver com mais pessoas pede cuidado para que nada do que quero ou faço possa fazer o outro sofrer.

Jesus nos coloca diante do que é muito comum em nossas vidas: observar o que os outros fazem.
Sobre isso damos nossa avaliação, pois sentimos o resultado do que os outros escolhem.

Há pessoas que devem ajudar a formação moral dos outros: os pais para com seus filhos, o professor para com seus alunos, o amigo verdadeiro que lhe quer bem e a quem também deseja o bem.

E em todas as atividades humanas, onde muitas pessoas estão envolvidas, devemos nos ajudar a escolher e viver o que é melhor.
Saber avaliar a ação de alguém não nos dá direito de acusar do erro quando houver. Podemos aconselhar.

E se é nosso dever como os pais, educadores, sacerdotes, devemos ter a medida fraterna mais para ajudar do que para querer humilhar ninguém.

Cristo vive e é o Senhor!

Monsenhor Paulo Daher (falecido em 2019)

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