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Reflexão (20/2023) Monsenhor Paulo Daher

Santos André Kim T., Paulo Chóng H. e companheiros, mártires – Memória | Quarta-feira
20/09/2023

Em Lucas 7, 31- 35, Jesus diz sobre as pessoas de seu tempo que lembram os que veem crianças na praça tocando música e não dançam, e fazendo ouvir lamemações, e ninguém chora.
João Batista que era austero na comida e na bebida, e “vocês diziam que estava com o demônio . Veio o Filho do homem que come e bebe, vocês dizem que é comilão e beberrão, amigo dos publicanos e pecadores. A sabedoria divina vai vencer.”
Nossa inteligência e nossa razão se realizam melhor orientando-se pela verdade. E é essa ordem das coisas na terra, cada ser consegue ter seu lugar certo quando realiza a sua própria função.
A água, o fogo, a luz, o calor, o frio, a densidade dos corpos, a força da
gravidade na terra, as mudanças quando reagem diante de obstáculos etc.
Quando substituímos a razão de qualquer ser ou qualidade, os resultados são os mais variados e às vezes até provocam
reações desastrosas.
No relacionamento entre pessoas a verdade no pensar e sentir, no falar e no agir dever pautar-se segundo a verdade e a sinceridade.
Jesus algumas vezes comenta sobre as reações dos chefes religiosos judeus que o criticavam por muitas palavras e gestos seus. Jesus analisa a falsidade de posições deles porque não estão com a verdade em si, mas com defender o que eles acham ser vida religiosa.
A observação de Cristo sobre o modo de viver de João Batista e o seu. Está claro o erro que incorrem esses fariseus.
Muitos desentendimentos entre as pessoas começam com o objetivo que cada pessoa tem, no que diz e no que faz.
Às vezes até a reação vem de não entender a intenção do que o outro diz ou faz.
Em família, principalmente entre os esposos, discussões, ofensas, mágoas surgem por que às vezes ou as pessoas não medem o que falam, ou entendem mal, ou supõem ter ouvido ou que a intenção seja a que acha.
Conviver pede paciência, compreensão, ouvir, falar com moderação, não julgar sem conhecimento, não dar ouvidos a fofocas ou maledicências ou interpretação do que se vê ou ouve.
Conviver entre as pessoas pede muita compreensão, caridade, calma, ser mais objetivos, saber perdoar os desentendimentos, não interpretar as intenções, nem o tom de voz. Desarmar os espíritos sempre supondo como os outros nos amam ou não são capazes de me amar como eu gostaria.

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