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Reflexão (21/10) Monsenhor Paulo Daher

 

28ª Semana do Tempo Comum | Sábado
21/10/2023

Em Lucas 12, 8-12, Jesus diz que quem der testemunho dele diante das pessoas, Ele dará também testemunho dele diante dos anjos de Deus no final dos tempos. Quem não der testemunho e ainda não o reconhecer, não o terá como testemunha. Quem blasfemar contra o Espírito Santo não será perdoado. Quando forem julgados diante dos tribunais confiem que o Espírito Santo falará por vocês.
Jesus espera de quem o ouvir e quiser seguir seus ensinamentos seja sempre seu seguidor em qualquer circunstância. Se tiver respeito humano e não se declarar como discípulo seu, no final também não vai ser considerado seu discípulo.
É uma afirmação certa e correta. Nas profissões ou na capacidade de fazer algum trabalho é igual. Quem é medico, diante de uma pessoa enferma que lhe pede socorro não poderá dizer que não sabe o que fazer. Um adulto com saúde que vê uma criança cair e não conseguir se levantar, não pode ficar olhando para ela e só dizer: coitadinha! Uma dona de casa que sente o cheiro de uma carne que está queimando lá na cozinha, e não for ver, perderá o alimento, se não acontecer coisa pior.
Estamos de uma forma ou de outra sempre ligados. Temos de participar da trama da vida, senão ainda não descobrimos que estamos na terra.
Ouvir falar de Jesus se for para mim mais uma pessoa que conheci, sem responder ou corresponder à sua presença e a seus ensinamentos, serei como diz s. João no c.1, 10: Ele estava no mundo mas o mundo não o reconheceu. Veio para o que era seu e os seus não O receberam.
Blasfemar contra o Espírito Santo é não reconhecer que Deus é Amor, é não acreditar que Deus me ama, que cuida de mim como Pai. É ir embora da casa do Pai, desconhece-lo, não se comunicar com Ele. É querer ficar longe do Pai, escolher ser órfão, desamparado, filho de ninguém.
Uma família acolheu em sua casa uma criança abandonada. Tratou dela como um filho. Deu tudo o que dava para os filhos. Crescido, influenciado por “amigos” se revoltava quando aconselhado, roubou uma quantia de dinheiro e fugiu de casa… Sumiu… Causou grande tristeza em todos. Mas rezavam pedindo a Deus a volta dele. Seus pais adotivos ficaram até doentes… Mais tarde receberam a notícia de sua morte quando assaltava um banco com outros marginais. Todos sofreram muito. Como tinham fé, se sustentavam na oração e na união, consolados por terem feito tudo o que dependia deles. Oraram muito por ele.

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