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Reflexão (22/2023) Monsenhor Paulo Daher

24ª Semana do Tempo Comum | Sexta-feira
22/09/2023

Em Lucas 8, 1-3, Jesus andava pelas aldeias anunciando a Boa Nova do reino de Deus. Acompanhavam Jesus, os doze apóstolos, as senhoras curadas de males físicos e psicológicos, de espíritos impuros: Madalena. Joana, Susana.
Ajudavam Jesus e aos discípulos com os bens que possuiam.
Jesus não ficava só num lugar. Embora todo o seu trabalho fosse quase na Palestina, onde se concentrava quase toda a população de judeus, saía de vez em quando para regiões como Tiro, Sidônia etc. E notamos que os apóstolos escolhidos e algumas senhoras que ajudavam e facilitavam a parte de manutenção de Jesus e dos apóstolos, todos O acompanhavam por toda a parte.
Em geral sempre ocorreu na história dos povos conhecidos que quando alguém se destaca no pensamento, na religião, na filosofia, nalgum trabalho social, ou mesmo político, sempre encontra seguidores que os acompanham de perto.
Às vezes os evangelistas nos dizem que muita gente, multidões, acompanhavam Jesus, não só para pedir cura de suas doenças, mas admiradas e encantadas com suas palavras. Houve casos em que até perdiam a noção do tempo, do descanso, e fome de alimento.
E Jesus muitas vezes é severo quando chama à atenção sobre faltas e pecados. E era muito duro contra os fariseus e outros dirigentes religiosos do povo, por seu zelo exagerado e rigoroso em relação às leis religiosas.
O valor do trabalho de Jesus foi importante quando ele esteve na terra em seu tempo de vida humana na Palestina.
E continua importante e necessário agora por todos que fazem parte de sua Igreja e também pelos que estão afastados dele.
O que Cristo ensinou, a vida que ele gostaria que as pessoas tivessem, a força do alto que nunca falta, hoje ainda atrai
muita gente. Neste mundo em que vivemos, a situação do povo não mudou muito. Sempre o ser humano tem as mesmas falhas e os mesmos bons desejos.
E Deus sempre foi o mesmo Deus e sempre teve as mesmas maneiras de ir ao encontro de seus filhos para resgatá-los.
Temos de acreditar nesta disposição permanente de Cristo que não consegue viver sem nós, porque nos ama muito. E
amor com amor se paga.
Ele espera nossa resposta.

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