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Reflexão (24/03), por Monsenhor Paulo Daher

3ª Semana da Quaresma | Quinta-feira
24/02/22

Em Lucas, 11, 14-23, Jesus expulsou um demônio mudo de uma pessoa. Ela logo começou a falar. Alguns disseram que Cristo fizera isso pelo poder de Belzebu, príncipe dos demônios. Jesus responde que um reino dividido se destruirá. E se o demônio expulsa demônio, eles acabarão.

Quando as pessoas estão debatendo sobre algum assunto e uma delas não tem razões suficientes para superar os argumentos do outro começa a ofender, já mostra que não tem razão mesmo.

Não há manifestação maior em relação à verdade do que aceitar com sinceridade o que é apresentado.

Além deste campo da lógica, quando alguém não quer ver a verdade inventa às vezes até razões absurdas.

Em vários momentos sentimos nos chefes religiosos que não queriam aceitar Jesus, que nada os convenceria do que o Mestre propusesse. Nem milagres que são argumentos muito fortes. Certas curas não teriam mesmo explicação. Não enxergavam, não queriam admitir.

Diante desta atitude, nenhum de nós deve achar-se melhor seguidor de Cristo. Talvez não diante de milagres mesmo, mas de fatos nos quais vemos claro a mão de Deus, nós também às vezes não aceitamos.

Porque aceitar que Cristo é Filho de Deus e que tudo o que faz é para o nosso bem, às vezes pode encontrar barreira de nossa parte, porque irá exigir de nós, nos submeter-nos à sua vontade.

Deixar algo de que gostamos para obedecer a Cristo, pode ser duro.

Isto pode acontecer em algo ou alguém de que gostamos e que nos afasta de Deus E me veja obrigado que não devo aceitar, devo abandonar, dói.

Às vezes ficamos buscando subterfúgios, desculpas para não seguir o que Deus está pedindo de nós.

Cristo vive e é o Senhor!

Monsenhor Paulo Daher (falecido em 2019)

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