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Reflexão (24/12) Monsenhor Paulo Daher

4º Domingo do Advento
24/12/2023

Em Lucas 2, 22-40, Maria e José levaram o menino ao templo para as cerimônias de purificação. Simeão homem justo esperava a consolação de Israel. O Espírito Santo lhe havia dito que ele iria ver o Salvador. Movido pelo Espírito Santo foi ao templo tomou o menino nos braços e cantou um hino de esperança e alegria pela chegadado Salvador.
Simeão abençoou o Menino e predisse seus sofrimentos e os de sua mãe. Uma profetisa Ana já de idade e muito piedosa também louvou a Deus e reconheceu no Menino o Salvador. Depois das cerimônias voltaram para Nazaré. O menino crescia forte, em sabedoria e a graça de Deus estava com ele.
A vida religiosa de Maria e José é exemplo para nós. Buscar momentos de silêncio e recolhimento para estar a sós com Deus tem grande valor em nossa vida religiosa. É essencial. Tudo o que fazemos em nossa vida, além de sobrevivência, deve levar-nos ao encontro com Deus.
Um pai trabalha duro, se sacrifica para sustentar sua família, e se se limitar á noite a descansar o corpo e a cabeça, para depois dormir, para no dia seguinte continuar sua luta necessária, sua vida não terá sentido.
Tudo o que somos e fazemos é para poder nos encontrar depois como gente que se ama e se quer um bem valioso.
E ninguém também pode garantir seu bem estar, a realização de sua vida sem se relacionar com Deus. Um filho sem pai é órfão. Nunca somos órfãos em relação a Deus. Ele é sempre nosso Pai, amigo de todas as horas, fiel, bondoso, preocupado conosco, pode sempre fazer-nos felizes.
Assim como não posso viver sem respiração, sem meu coração bater espalhando vida e saúde para todo o meu corpo, não posso viver sem me relacionar com Deus. Ele nos mantém vivos, mas quer que sejamos muito amados dele e mostrar todo o nosso amor a Ele.
Jesus crescia em todos os sentidos. Quem não cresce torna-se anão. Esta observação é útil para nós. Tudo o que é vida, cresce e se desenvolve.
Há pessoas que limitam sua vida religiosa a rezar, a participar das missas, a pedir graças a Deus, e só.
Contentar-se só com o que nos ensinaram na infância, se não lemos nenhum livro, não conhecermos mais pessoas, teríamos uma vida monótona e dependente, não cresceríamos de fato.
A forma de assistência social que o governo dá: bolsa família, ajuda financeira para comprar o necessário, etc. puro assistencialismo. Afirmam: o povo saiu da pobreza. Mas não saiu da ignorância nem entrou no mundo do trabalho como no maior índice de analfabetos no nordeste assistido assim.

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