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Reflexão (25/02), por Monsenhor Paulo Daher

7ª Semana Comum
Sexta-feira 25/02/2022

Em Marcos, 10, 1-12, os fariseus perguntaram: “o marido pode divorciar-se de sua esposa?” E Jesus: “O que Moisés ordenou?”E eles: “que dê carta de divórcio.” Jesus: “Moisés disse isso por causa da dureza de seus corações. Mas no início não foi assim.

Deus os fez homem e mulher e se casando são um só. O que Deus uniu, ninguém pode separar.” Estando em casa, depois, seus discípulos quiseram saber mais. E Jesus: ”o divorciado que se casar com outra mulher comete adultério. O mesmo também a mulher.”

A experiência do amor tem vários graus: dos esposos entre si, da mãe e do pai para com seus filhos, dos filhos para com seus pais, dos irmãos entre si, dos amigos, da amizade que pode se transformar em amor mútuo preparando o casamento e a família.

A medida do amor, suas exigências, seus efeitos, são de forma tal que qualquer “ferimento” deste dom precioso que Deus colocou em nós, fazendo-nos imagem e semelhança sua é causa de grandes males.

Tudo o que se mostra cuidado especial e necessário para a realização mais perfeita do amor, deve ser recebido e realizado para que jamais possamos ferir este dom precioso. Pois ele é fundamento necessário para a vida humana mais que tudo o que se apresenta como qualidades físicas, psicológicas.

Saímos das mãos de Deus porque Ele nos amou antes de nos criar. Podemos mesmo dizer foi o amor de Deus que nos deu a vida.

A razão fundamental de tudo o que somos e podemos encontrar é: Deus nos amou e ama.
Toda e qualquer ferida neste amor só traz estragos de todo o tipo. O conserto disso é muito difícil. E o pior é que faz mal a quem devia amar e faz mal a quem precisava ser amado.

Deus teve muita coragem em confiar a nós esta preciosidade: o amor.
Temos todas as possibilidades em nós para acolhê-lo, alimentá-lo e sermos movidos por ele.

Devido a nossa fragilidade o Senhor não vem em nosso socorro constantemente, por meio de sua presença paterna e com os cuidados que sua Igreja tem conosco.

O amor não pode ser temporário: hoje amo, amanhã quem sabe?
Como dissemos o amor é como o sangue, é como nosso um coração que bate.

Não posso dizer: hoje, sangue, descansa, para de irrigar meu corpo.
Não posso dizer ao coração: descansa, você trabalha demais…
Não posso dar férias nem temporárias nem permanentes ao amor!

Cristo vive e é o Senhor!

Monsenhor Paulo Daher (falecido em 2019)

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