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Reflexão ((25/2023) Monsenhor Paulo Daher

25º Domingo do Tempo Comum
24/09/2023

Em Mateus 20, 1-16a, Jesus conta a parábola de um senhor que contratou trabalhadores. Cedo contratou trabalhadores por uma moeda de prata. Durante várias horas do dia outros foram convidados a trabalhar. No fim de trabalharam o dia todo receberam a mesma paga que os últimos.
E reclamaram.
O patrão disse: paguei o que combinei.
O patrão disse: paguei o que combinei. Não posso fazer o que quero que com meu dinheiro? Assim os últimos serão os primeiros e os primeiros serão os últimos.
É curiosa esta parábola. Podemos supor várias intenções em Jesus.
Penso talvez em uma que para nós
Pode ser de proveito. Desde cedo em família com mais de um filho, ou mesmo com um, as comparações com outros irmãos ou outras crianças é costume na “educação”.
Provoca-se quase sempre a disputa de lugares ou de melhor trabalho e também de premiação.
Crescemos e em tudo nos colocamos assim querendo nos comparar com os outros para analisar ou criticar e mesmo
avaliar nossa qualificação.
Jesus ao afirmar que os últimos serão os primeiros e os primeiros serão os últimos, o sentido é mais:
Para Deus não existe primeiro, nem último, todos somos iguais.
A qualificação de cada um para Deus é única, é a pessoa que se apresenta com o que faz ou com o que é. Para o Senhor não há maior nem menor, primeiro ou segundo.
E o prêmio é estar com Deus como a pessoa é.
Exemplo fácil para entendermos como são os santos: de todas as idades, de muitas vocações e missões. Cada um é diferente do outro, nenhum é melhor do que o outro. Cada um cumpriu a sua vocação em relação aos irmãos e a Deus na maneira como ele é.
Quando nos apresentanos diante de Deus após nossa morte, Deus não vai dizer: você fez isso ou aquilo de bem vai para esta classe de céu. Porque o céu é a união com Deus. E cada um vai ser e ter a condição do que é para alegrar-se totalmente com Deus com sua capacidade total. Sempre vai ser completa em relação a quem é a pessoa.
Aqui na terra observar a vida de cada pessoa seja para nos estimular e para melhorar no que somos e temos.
Sto. Agostinho depois que descobriu quão admirável era ser amado por Deus, era estimulado por esta pergunta sobre os santos: se estes e estas puderam amar a Deus porque não eu também?
Pois a chance de felicidade é a mesma para todos, a questão é : abraçar ou largar.

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