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REFLEXÃO (27/07), POR MONSENHOR PAULO DAHER

17ª Semana do Tempo Comum | Quarta-feira
27/07/2022

Em Mateus 13, 44-46, Jesus diz que o reino dos céus é como um tesouro escondido no campo.
Quem o encontra o mantém escondido. Vai vende tudo o que tem e compra aquele campo.
O reino dos céus também é como um comprador de pérolas preciosas. Se encontra uma, vai vende o que tem e compra aquela pérola.

Jesus viveu bem a vida de uma cidade do interior e aproveita os exemplos do que lá acontece para aplicar à vida religiosa.

Sem outras considerações sobre o verdadeiro preço de um terreno com algo valioso, Jesus aponta a ambição pela descoberta em nossa vida comum.

Se somos capazes de sacrifícios para ir ao encontro de algo que é de valor neste mundo, muito mais ainda devemos gastar nosso tempo e dinheiro por algo muito mais valioso que é a vida religiosa, a vivência com Deus e com os irmãos.

Costumamos dar mais valor ao que vemos, queremos e temos. E que dura tão pouco. O que não vemos, sempre tem mais valor real.
É o que encontramos na vida dos santos que deixaram tudo o que as pessoas valorizam como bens neste mundo.
Sabiam que tudo acaba depressa. Buscavam o crescimento espiritual por maior conhecimento de Deus e do verdadeiro valor do espiritual.

Temos experiências semelhantes no sacrifício que as mães fazem por seus filhos pequenos.
Logo terão a alegria de vê-los com saúde, felizes, correspondendo a tanto amor.

O mesmo se diga daqueles que sonham com uma profissão e se preparam muitas vezes com privações e sacrifícios.
O diploma não será um simples documento, mas sinal de conquista real.

Cristo vive e é o Senhor!

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