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Reflexão 914/05) Monsenhor Paulo Daher

Sétima Semana da Páscoa
14/05/2024
Terça-Feira

Em João 15, 9-17, Jesus abre seu coração aos discípulos: como o Pai me amou assim Eu também amei vocês. Sigam o que lhes ensinei da parte de meu Pai. Esta será minha alegria.
Vocês não são servos mas meus amigos. Fui eu que os escolhi para irem anunciar o meu nome.
O que vocês pedirem a meu Pai em meu nome
Ele lhes atenderá. Amem-se uns aos outros.
Muitas vezes Jesus fala de seu Pai…
O que aprendemos sobre a natureza divina às vezes fica só nos dados de fé: Deus é Uno em três Pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo.
Lembramos muitas vezes esta verdade profunda em algumas orações que repetimos todos os dias. Mas às vezes parece que repetimos uma lição que aprendemos cedo no estudo do catecismo.
De vez em quando precisamos parar e meditar sobre esta realidade divina: Deus Pai que gera eternamente o Filho e o Espírito Santo que une as três pessoas no amor.
S. Jerônimo que durante muitos anos de sua vida traduziu toda a Bíblia para alimento espiritual do povo cristão, sentia forte atração pela Santíssima Trindade.
Vivia tão mergulhado em sua presença que compôs este louvor simples e profundo à
Santíssima Trindade: Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Como era no princípio agora e sempre e pelos séculos dos séculos. Amém.
E Igreja o colocou no final na reza de cada salmo no Ofício divino que os sacerdotes e religiosos oram cada dia.
Jesus durante os três últimos anos, quando abria seu coração sobre Deus seu Pai e sobre o Espírito Santo, ao transmitir seus sentimentos sobre esta união tão especial, demonstrava claramente a alegria eterna que se refletia em suas palavras escolhidas e no brilho que uma vez se revelou no Monte Tabor, quando se transfigurou.

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