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Reflexão da Sexta-feira da Paixão, por Monsenhor Paulo Daher

No evangelho, S. João, 18, 1-19,42, descreve os sofrimentos de Cristo desde o Jardim das Oliveiras, sua prisão, seu julgamento pelo tribunal judeu. As negações de Pedro.

Levam Jesus a Pôncio Pilatos, governador romano. É flagelado, coroado de espinhos, condenado à morte.

Depois de três horas de agonia, morre na cruz. É sepultado.

O celebrante convida o povo a rezar por muitas intenções.

Segue a veneração da cruz, que é apresentada e conduzida solenemente com estas palavras:

Eis o lenho da Cruz, da qual pendeu a salvação do mundo.

A que todo povo responde: Vinde, adoremos.

Em seguida os fiéis rezarão o Pai nosso e poderão comungar.

Somos pois convidados por nossa religião a parar, silenciar, contemplar estes momentos do final da vida de Jesus. Ele aceitou todo este sofrimento por nós, pelo grande amor que nos tem.

Convida-nos a pedir perdão de nossos pecados e confiar com seu amor de segui-Lo mais de perto fielmente.

Façamos deste dia um dia muito especial. É o que deseja nossa religião. Precisamos silenciar-nos, voltar para dentro de nós mesmos, imaginar tudo o que é apresentado neste dia sobre Jesus.

Olhemos com fé e ternura e arrependimento para este rosto divino enxugado por Verônica, este rosto sagrado em cujos olhos ensanguentados se espelha um sofrimento indizível, uma amor infinito, uma misericórdia que repete a cada um de nos com ternura:

Fiz e faria tudo isso sempre por ti, meu filho, porque Eu, o Pai e o Espírito Santo te amamos muito, muito mesmo…

Cristo vive e é o Senhor!

Monsenhor Paulo Daher (falecido em 2019)

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