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Reflexão Monsenhor Paulo Daher

4º Domingo do Tempo Comum
28/01/2023

Em Marcos 1, 21-28, Jesus ensinava na sinagoga causando grande admiração de todos. Ali estava um homem possuído por um espírito mau.. Ele gritou: Que queres de nós, Jesus, vieste para nos destruir? Sei que És o Santo de Deus. Jesus diz: cala-te e sai dele. Sacudindo o homem, com um grito saiu. Espantados diziam: ele manda até nos espíritos maus. A fama e Jesus se espalhava.
A missão de Jesus começava em anunciar a chegada do Novo Reino.
Sentimos em vários momentos que ele faz-nos conhecer melhor Deus Pai, pois fala muitas vezes sobre o amor que Ele tem a nós. E em algumas parábolas apresenta a misericórdia divina para com os que erram.
Penso que a maneira mais compreensível que Jesus mostra de sua parte e da parte de seu Pai atraía o povo mais que o rigor dos fariseus.
No caso de hoje, antes de Jesus fazer qualquer coisa, já o espírito mau se adianta, sabendo o que iria acontecer, e de fato se deu.
Mais uma vez me encontro com um fato inusitado de possessão do demônio. Não tenho costume de analisar estes fatos por muitos motivos…
Pela leitura dos evangelhos lemos vários casos semelhantes. Sempre é milagre a libertação imediata de um mal. O que seja de fato se possessão mesmo ou não, deixo aos entendidos.
Em nossa diocese como em todas, o bispo escolhe um padre chamado exorcista para verificar casos semelhantes que aparecem hoje. Há filmes que caracterizam de maneira terrível tanto os possessos como a ação dos exorcistas… Às vezes pode ser fruto da fantasia de quem gosta do estranho.
O padre exorcista analisa caso por caso, ajudado por psicólogos, psiquiatras e especialistas em doenças nervosas para ver o que fazer em cada caso… Só depois usa um ritual próprio de orações para suplicar a presença de Deus e exigir o afastamento do chamado espírito do mal.
Para mim bastam hoje estas explicações;
Em nossa vida comum, uma boa educação religiosa desde crianças, com a participação nos sacramentos, deve ser ajudada também a saber conviver com o ambiente nada cristão da sociedade em que vivemos.
De modo especial, pela difusão de maus exemplos que a mídia apresenta seja condenando mas com dando tanto destaque noticiário mais do que de fatos positivos de pessoas que contribuem para a construção de uma sociedade mais humana e mais justa.

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